Guides · LUSONA · Updated 2026-09-23 · 8 min

When a Windows VPS is the right machine

Quando um VPS Windows é a máquina certa

English

Shared hosting, a Windows desktop in the cloud, and a Linux server solve different jobs. This is how we decide with customers in Portugal.

Start from the program, not the plan

The useful question is which program has to run, and who has to reach it. If the answer is “our accounting package only exists for Windows, and two people in the office open it all day”, a Windows VPS is usually the right shape. They connect with Remote Desktop, the data stays on the server, and a laptop can be replaced without copying the company onto a USB stick.

If the answer is “a WordPress site and a contact form”, a VPS is extra machinery. Shared hosting, or a small Linux host, is cheaper and has fewer patches. We would rather say that than sell a Windows licence you do not need.

What you are actually renting

CPU, RAM, and disk are the easy numbers. The ones that surprise people are licences and concurrency. Windows Server is licensed. Microsoft Office on a server is a different licence from Office on a laptop, and Remote Desktop beyond the two built-in admin sessions needs its own licences. If five staff will stay connected at once, say so before the order. Adding users later is possible; discovering it on a Monday morning is not pleasant.

Disk speed matters more than disk size for accounting databases. A large slow disk feels like a broken program. Tell us the size of the database and whether it is SQL Server, not only how many files are in the shared folder.

Where it should live

For a Portuguese company the practical reasons to stay in Europe are latency and GDPR. A desktop in Frankfurt or Lisbon feels immediate; a desktop across an ocean feels sticky on every click. Customer data, payroll, and health records should not be parked in a region you cannot explain to a client. LUSONA places the Windows hosts in the EU for that reason.

A one-day trial is the honest test. Connect from the office line, open the real program, and print or export once. If that hour is painful, a bigger plan will not fix a program that needs a different design. Write to info@lusona.org with the program name and how many people connect, and we will say which plan fits or that you do not need one.

Português

Alojamento partilhado, um ambiente Windows na nuvem e um servidor Linux resolvem trabalhos diferentes. É assim que decidimos com clientes em Portugal.

Comece pelo programa, não pelo plano

A pergunta útil é que programa tem de correr, e quem tem de lá chegar. Se a resposta é “o nosso programa de contabilidade só existe para Windows, e duas pessoas no escritório abrem-no o dia todo”, um VPS Windows é normalmente a forma certa. Ligam-se com o Ambiente de Trabalho Remoto, os dados ficam no servidor, e um portátil pode ser substituído sem copiar a empresa para uma pen.

Se a resposta é “um site WordPress e um formulário de contacto”, um VPS é maquinaria a mais. Um alojamento partilhado, ou um Linux pequeno, é mais barato e tem menos atualizações. Preferimos dizer isto a vender uma licença Windows de que não precisa.

O que está de facto a alugar

CPU, RAM e disco são os números fáceis. Os que surpreendem são as licenças e a concorrência. O Windows Server tem licença. O Microsoft Office num servidor é uma licença diferente do Office num portátil, e o Ambiente de Trabalho Remoto para além das duas sessões de administrador incluídas precisa de licenças próprias. Se cinco pessoas vão ficar ligadas ao mesmo tempo, diga-o antes da encomenda. Acrescentar utilizadores depois é possível; descobri-lo numa segunda de manhã não é agradável.

A velocidade do disco importa mais do que o tamanho para bases de dados de contabilidade. Um disco grande e lento parece um programa avariado. Diga-nos o tamanho da base de dados e se é SQL Server, não só quantos ficheiros há na pasta partilhada.

Onde deve viver

Para uma empresa portuguesa, as razões práticas para ficar na Europa são a latência e o RGPD. Um ambiente em Frankfurt ou Lisboa parece imediato; um ambiente do outro lado do oceano parece pesado em cada clique. Dados de clientes, salários e registos de saúde não devem ficar numa região que não consegue explicar a um cliente. A LUSONA coloca os anfitriões Windows na UE por isso.

Um teste de um dia é a prova honesta. Ligue a partir da linha do escritório, abra o programa real e imprima ou exporte uma vez. Se essa hora for penosa, um plano maior não arranja um programa que precisa de outro desenho. Escreva para info@lusona.org com o nome do programa e quantas pessoas se ligam, e diremos que plano serve ou que não precisa de nenhum.

Questions: info@lusona.org and contact@lusona.org.